1. Introdução

A qualificação profissional é uma preocupação e tanto quando se fala em escolhas para o futuro. Ingressar no mundo corporativo é complicado: a gente bem sabe disso. Para quem ainda está começando a carreira, então, esse desafio se torna ainda maior. Mas, uma forma mais certeira de conseguir se destacar é focar nas competências mais valorizadas no mercado de trabalho.

1.1 O que são competências?

Competência é a sua capacidade, a sua suficiência (fundada em aptidão), é aquilo em que você é bom, que se destaca em você. Enquanto uns são competentes com números, outros com a escrita e assim por diante. Nenhum profissional é completo, mas o que é mais importante é que ele seja competente para aquilo que o mercado de trabalho da área necessita.

Lembra daquela frase popular: “se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que é estúpido?” Ela trata exatamente de competência. Digamos que, no mercado de trabalho, a competência é o encontro de uma empresa que precisa de algo e um profissional que sabe fazê-lo muito bem.

Essa, possivelmente, é a melhor via para você investir em sua formação pessoal e profissional. Porque as competências podem dar a você o destaque capaz de ultrapassar a falta de experiência ou — mesmo já sendo um profissional com algum tempo de trabalho — se destacar em meio a milhares de outros.

2. A valorização das competências no mercado de trabalho

Essa forma de gerir pessoas é tão eficiente para trazer soluções para as empresas assim como para os profissionais que têm se estabelecido já há um bom tempo. Desde os anos 90 as competências ganharam importância nos processos seletivos, até dentro das empresas, para analisar melhoria de salários, definir seleções para cargos e para ajudar a gerir pessoas. Tanto que foram criados modelos de gestão por competências.

2.1 Como as competências são definidas?

Para definir um conceito de competência, as empresas usam um método conhecido como CHA. Esse nome se dá por causa dos três princípios que ajudam nessa definição:

  • C, de Conhecimentos, ou seja: aquilo que você adquire estudando, fazendo cursos, lendo e se informando. Em resumo, é a parte teórica do aprendizado profissional;

  • H, de Habilidades, que é a prática dos conhecimentos, algo que também é possível se adquirir na faculdade e fora dela: quando você aprende na prática, encarando o mercado de trabalho;

  • A, de Atitudes. Ou seja: seu comportamento. Pois de nada adianta você ter conhecimento, saber fazer (ter habilidade), mas não colocar isso em prática.

Quando uma empresa promove uma seleção, por exemplo, ela procura candidatos que estejam de acordo com aquilo que já é praticado dentro da empresa: seus princípios, sua forma de trabalhar e suas metas. Para uma empresa, é muito complicado lidar com um profissional que pensa completamente diferente daquilo que ela acredita. E para o profissional não é diferente: imagine trabalhar em um lugar onde se valoriza algo que você não gosta? Difícil, não é?

Então, durante o processo, a empresa avalia aquilo que você acredita, como vê o mundo, como percebe seu futuro dentro da corporação. Quando ela nota que vocês pensam alinhadamente, então você se torna um candidato muito interessante!

Em muitas empresas onde você for trabalhar, você vai lidar com algo chamado “mapeamento de competências”. É bom se preparar!

2.2 O que é o mapeamento de competências?

O mapeamento é o alicerce da gestão por competências. De forma simplificada, as competências necessárias para o trabalho são descritas, ou seja, são definidos os conhecimentos, as habilidades e as atitudes que a empresa considera fundamentais para um determinado cargo ou para apresentar um desempenho considerado aceitável dentro da instituição.

Assim, quando você pretende assumir um cargo ou trabalhar em uma área, é importante conhecer as competências mapeadas pelas empresas para executar as atividades que esse posto envolve.

2.3 Como se medem as competências?

Não é exatamente uma medida exata, pois não tem uma “régua” que defina o tamanho de cada competência. Mas, de maneira geral, as habilidades profissionais são observadas durante a seleção — seja ela para assumir a vaga ou para subir de cargo — e elas são divididas em alguns tipos:

  • Competências técnicas: são aquelas que você aprende formalmente, em cursos, workshops, palestras, especialização etc. Elas dão a você o entendimento e ajudam a desenvolver a capacidade de executar uma série de atividades. Para isso, você precisa do conhecimento técnico, que se adquire ou no estudo e em treinamentos, ou com a experiência profissional;

  • Competências comportamentais, ou humanas: há quem chame de inteligência emocional. Elas envolvem sua capacidade de lidar com situações, trabalhar com diferentes tipos e grupos de pessoas e são mais vinculadas à sua postura do que ao seu conhecimento técnico.

2.4 O que é a seleção por competências?

Quando você inicia um processo seletivo, como já esclarecemos, a empresa busca um profissional “parecido” com ela. Capaz de andar no mesmo compasso. Eles vão contribuir para fortalecer os princípios dela e os resultados que ela quer alcançar.

Baseando-se nisso, a empresa já tem um perfil determinado de competências importantes para encontrar esse funcionário, pois todo o processo de adaptação e treinamento vai ser muito mais fácil e as chances de sucesso para os dois lados, muito maiores.

Nesse tipo de seleção, geralmente as empresas avaliam os candidatos em ambientes apropriados, ou delegam essa fase para outras, especializadas nesse tipo de avaliação. Você, então, como candidato, é observado e avaliado quando o processo seletivo simula situações parecidas com aquelas que você deve enfrentar dentro da empresa.

2.5 Como se dá a avaliação por competências?

Quando você já está dentro da empresa, geralmente ela promove avaliações de desempenho — em alguns lugares, chama-se feedback — nos quais é identificado se o seu perfil (tanto de comportamento como técnico) está alinhado àquilo que ela espera para seu cargo.

Assim, a empresa avalia seu desempenho, o que é ótimo para orientar você sobre o que precisa melhorar para se tornar um profissional mais importante para a empresa. Por outro lado, ela percebe formas de aproveitar melhor seu potencial dentro da organização, encaixando seu perfil de competências onde ele seja mais adequado.

2.6 Como acontece o desenvolvimento por competências?

Quando a empresa pratica a avaliação por competências, ela também cria um plano de desenvolvimento que tem como função aprimorar as competências que ela precisa em cada profissional, potencializando seu perfil dentro da organização.

Isso é ótimo para qualquer profissional, pois orienta seu planejamento de carreira. Você já sabe que postos quer alcançar dentro de uma empresa? Comece a trabalhar as competências exigidas para ele!

Esse desenvolvimento por competências se dá por meio de programas de aprimoramento, treinamentos, coach de carreira e também pelo feedback. Assim, as empresas tratam suas pessoas como um capital humano muito importante, pois elas traçam “bancos de competências” e já planejam sucessão e crescimento dos seus funcionários.

2.7 Quais os benefícios de se focar nas competências?

Trabalhar com orientação para a competência é muito bom, tanto para a empresa quanto para o profissional, por diversas razões. Vejamos algumas delas:

2.7.1 O seu desempenho no trabalho melhora

Pessoas geridas por competência são como “peixes dentro d’água”: elas estão exatamente onde são mais produtivas e bem adaptadas. Isso gera melhor resultado, produtividade e mais prazer em se trabalhar.

2.7.2 A avaliação de pessoas se torna mais clara

Você sabe aquela sensação frustrante de não ser escolhido para preencher uma vaga ou ocupar um novo cargo e não entender o motivo? Quando há clareza sobre as competências, você sabe exatamente o que falta para conquistar seu objetivo e o que você precisa desenvolver.

2.7.3 Os treinamentos são mais eficientes

Um treinamento focado nas competências que você, como profissional, precisa melhorar, contribui muito mais para seu crescimento profissional do que aqueles vários treinamentos e workshops genéricos que podem até dar uma certificação, mas não agregam tanto ao seu perfil profissional. A empresa? Gasta muito menos em treinamento, pois só prepara quem precisa e nos pontos necessários!

2.7.4 O relacionamento entre os colaboradores e os gestores é melhor

Quando você sabe que está alinhado com os objetivos da empresa, é muito melhor (mas muito mesmo!) lidar com seus superiores. Isso elimina aquela difícil situação de não se sentir suficiente, de achar que seus resultados não estão atendendo ao esperado. Todos trabalham com clareza, com objetivos comuns, dando e recebendo feedback.

2.7.5 O compromisso e a motivação do funcionário com a empresa aumentam

Uma das melhores coisas para um profissional é estar num ambiente que quer vê-lo crescer, que gasta recursos para isso com treinamentos e que favorece sua ascensão. Quando você recebe toda essa atenção e cuidado, se sente muito mais motivado a mostrar o melhor de si e veste mesmo a camisa daquela empresa: ela aposta em você e você aposta nela!

3. As competências técnicas no mercado de trabalho

Falamos há pouco sobre competências técnicas, certo? São aquelas que você adquire em seu processo de educação e de experiência profissional. Chamamos assim, “técnicas”, porque elas tratam daquele conhecimento mais profundo. Você já ouviu falar de processos? Esse é um ponto muito importante para as empresas, pois define como as tarefas são feitas.

Os processos são a melhor metodologia para execução de uma atividade. Isso não só se aprende na prática, mas envolve conhecimento técnico: ao invés de executar uma atividade “de qualquer jeito”, você sabe exatamente o passo a passo — já experimentado e difundido por profissionais experientes — para realizá-la da melhor forma possível, como uma receita de bolo.

Quanto mais desenvoltura você tem para realizar uma determinada atividade, maior é seu domínio técnico sobre ela. Se, por exemplo, você almeja ser um gestor ou um grande líder, precisa trabalhar muito o desenvolvimento das competências técnicas mais importantes para aquele cargo, pois será sua a responsabilidade por planejar, organizar e controlar as tarefas de seus subordinados, dando seu apoio e colocando a mão na massa, sempre que necessário — seja para motivá-los, seja para mostrar como se faz!

4. As competências comportamentais no mercado de trabalho

Já as competências comportamentais são uma série de características que você agrega — não só em caráter profissional, mas também na sua vida pessoal e no seu comportamento com todos ao seu redor. Elas não dizem respeito ao seu conhecimento técnico das atividades, nem são obtidas exatamente praticando o que foi aprendido em sala de aula. Claro: toda experiência é válida! Como diria Fernando Pessoa: “tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”.

Na jornada da vida, no tratamento familiar, no relacionamento com vizinhos, colegas de faculdade e até no trânsito, você tem oportunidades para aprender a lidar com diversas situações e esse aprendizado pode ser de muitíssimo valor no mercado de trabalho e fazer a diferença na hora de conseguir uma vaga (ou uma promoção).

Muitas empresas, inclusive, se preocupam muito mais com as competências comportamentais, muito mais difíceis de modificar e que levam mais tempo para desenvolver que as técnicas. A técnica você lê em um livro e pratica,  já o comportamento, você tem que se esforçar muito para mudar.

5. 10 competências mais valorizadas no mercado de trabalho

O mercado de trabalho e o universo profissional estão aí, dando dicas e mostrando os rumos mais certos para alcançar o que você tanto sonha em termos profissionais.

As empresas, em sua longa experiência de seleção, aprimoramento e retenção de talentos têm definido uma série de competências que consideram mais importantes e você, com certeza, vai ouvir falar dela em seus processos seletivos.

Conheça, agora, a lista com as 10 competências mais valorizadas no mercado de trabalho, e comece — desde já — a percebê-las em você e tratar de aprimorá-las, mesmo antes de encarar qualquer entrevista de emprego ou seleção para mudança de cargo:

5.1 Liderança

Uma das principais competências que você precisa desenvolver é sua capacidade de liderar. Ela envolve tanto conhecimento técnico como características comportamentais: você pode ganhar experiência como líder de equipe desde a faculdade, participando de grupos de discussão, concorrendo a líder de turma etc. Em seus grupos de trabalho, também é possível trabalhar sua argumentação e capacidade de imprimir coesão a uma equipe: tornar todos mais unidos.

Se você almeja cargos mais altos, a liderança é um fator fundamental. Lembre-se, entretanto, que ela não pode ser imposta, mas deve ser conquistada: as pessoas precisam sentir prazer em seguir você e precisam confiar nas suas orientações. Isso implica também em desenvolver competências técnicas para saber, com segurança, o melhor caminho a apontar.

E lembre-se: um bom líder educa, orienta, protege e representa todos os seus liderados, sem se impor, mas baseado no exemplo que dá e na confiança que conquista.

5.2 Agilidade na tomada de decisão

Seja como colaborador, seja como líder, saber a hora certa de tomar decisão, sem esperar demais, é um ponto muito forte e uma competência muito valorizada no mercado. É preciso estar atento a tudo que ocorre ao redor para não deixar o momento da decisão passar.

Novamente, você precisa estudar e se esforçar para adquirir conhecimento técnico: a tomada de decisão deve sempre se basear em fatos e dados e nunca apenas em crenças ou impressões subjetivas.

5.3 Espírito empreendedor

Ter espírito empreendedor não é importante somente quando você vai abrir seu próprio negócio. Pessoas empreendedoras dão ideias, são pioneiras em novas maneiras de se trabalhar, enxergam caminhos onde outros somente veem barreiras.

Para desenvolver essa competência, tão valorizada no mercado de trabalho, olhe para tudo ao redor sempre com olhos analíticos e questionadores. Pense: há uma forma melhor de fazer isso? É possível aproveitar esses recursos para criar uma outra fonte de negócios e agregar valor?

5.4 Inovação

Inovar está muito ligado a empreender. Imagine trabalhar em uma empresa que se utiliza de métodos antigos que, embora alcancem os objetivos finais, são obsoletos e podem ser substituídos por formas mais eficientes e econômicas de se trabalhar.

O olhar inovador sempre pensa em novas formas de fazer, sempre procura a melhoria constante e traça — mesmo dentro da própria mente — paralelos e comparações entre o que é feito e as possibilidades de mudança.

5.5 Foco em resultados

Você vai ouvir falar muito nesse termo no mercado de trabalho. A procura por profissionais “como foco em resultados” ou “orientados para resultados” é grande. Esse perfil de profissional sempre olha para suas atividades lembrando do pódio, da linha de chegada, de tudo que ele precisa alcançar para atender aos objetivos da empresa.

Um profissional com foco em resultados não se perde pelo caminho, ele sempre sabe o que procura e caminha para isso. Há pessoas que se desviam, prestando muita atenção na burocracia, nos processos e nos vários outros pontos – que também são importantes, mas não são o objetivo final — e perdem o foco das metas traçadas pela empresa. Já aquele que enxerga os objetivos, trabalha cada segundo do seu tempo lembrando do que tem que conquistar ao final de cada um de seus dias de trabalho.

5.6 Orientação para custos

Todas as ações dentro de uma empresa geram custos: desde esquecer uma luz acesa e um ar-condicionado ligado à escolha de um investimento ou de uma estratégia para alcançar os resultados.

Isso porque não é somente o número que importa, mas como ele foi alcançado. O volume de vendas é importante em uma empresa, mas, no final, o que conta para sócios e investidores é a lucratividade que essas vendas geraram.

Por isso, essa competência é tão valorizada: porque se você é um profissional orientado para custos, você sabe colocar na balança cada escolha, sabendo quanto ela vai representar para a empresa e qual a forma mais econômica de se fazer sua atividade.

Essa competência envolve conhecer a diferença entre ser eficiente e ser eficaz:

  • Eficácia é sua capacidade de alcançar os resultados esperados;

  • Eficiência é conseguir alcançar esses resultados no menor tempo, da melhor forma e com o menor custo possível.

5.7 Senso de urgência e prioridade

Sabe aqueles profissionais super atarefados? Geralmente eles terminam o dia com a sensação que não fizeram nada de útil. Porque eles passaram seu horário de trabalho todo resolvendo problemas e “descascando abacaxis” e o que era importante — mais uma vez — ficou para o dia seguinte.

Ter senso de urgência e saber estabelecer prioridades significa que você sabe qual tarefa deve ser feita primeiro e qual delas impacta mais no resultado. Assim, você não se perde entre muitas coisas e consegue definir exatamente o que é mais importante.

5.8 Visão sistêmica

Quando se trabalha em um setor, muitas vezes, você só consegue se preocupar com as metas do setor e com as atividades do dia a dia. Mas, imagine que você sobe num lugar alto e consegue enxergar toda a empresa funcionando: seu setor interagindo com os outros, impactando e sendo impactado por eles. Você também percebe o caminho para onde todos seguem e toma atitudes que vão além do seu resultado individual, mas que favorecem toda a empresa. Isso é ter visão sistêmica.

É como se você visse “todo um sistema funcionando”, ao invés de enxergar apenas uma parte. Isso alinha sua perspectiva com a dos maiores gestores e essa competência transforma você em um profissional muito mais valorizado.

5.9 Automotivação

Automotivar-se é a sua capacidade de não esperar por nenhum fator externo para se sentir bem e desenvolver um bom trabalho. Para desenvolver essa competência, você precisa enxergar seu valor e ter prazer no seu trabalho, buscando fazer sempre o melhor. Então, você pergunta: “mas, em um ambiente de trabalho ruim, como me sentir motivado?”. A resposta a essa questão é uma outra pergunta: “Por que você continua nesse ambiente de trabalho hostil?”.

Quando um profissional está insatisfeito com a empresa em que trabalha, ele pode, ainda, dar o melhor de si, enquanto busca alçar voos maiores. É importante sempre ter a sensação de dever cumprido, em tudo que se faça e desenvolver sua metodologia de trabalho, seu valor profissional, sem esperar que outros o reconheçam ou o valorizem.

Um profissional automotivado consegue distinguir as melhores oportunidades e não esmorece diante de desafios, pois sabe seu valor e estabelece estratégias para crescer. Isso está intimamente ligado à sua resiliência: a capacidade que você tem de lidar com situações de pressão e momentos difíceis, mantendo a clareza e tomando as decisões mais acertadas, sem se deixar levar pelo calor do momento.

5.10 Interdisciplinaridade

Por fim, elencamos essa importante competência: ser interdisciplinar é conhecer não somente sua área de atuação principal, mas ter desenvoltura para lidar com questões de outras áreas. Como profissional, você terá que atuar pensando sempre em conjunto com profissionais da TI, do ramo da administração, do setor financeiro e contábil, dos recursos humanos etc.

Ser interdisciplinar é não ter sua mente voltada somente para sua formação profissional. Para desenvolver essa competência, tão importante e valorizada, faça cursos, leia livros, assista a vídeos e interaja com profissionais de outras áreas. Atente-se a todas as experiências que passarem pela sua frente: todas elas são válidas e agregam algum conhecimento.

6. Conclusão

Bom, agora que você já conhece as competências mais valorizadas no mercado de trabalho, já tem as bases para se tornar um profissional disputado pelas melhores empresas. Confira as profissões em alta e mãos à obra!

Se você ainda não escolheu sua área de atuação, não se preocupe, às competências são válidas para toda e qualquer vertente profissional. Mas, para ajudar a definir seu futuro, convidamos você para checar esse outro post, que traz 7 dicas importantes para ficar atento ao escolher a sua profissão!