Durante o encontro, a professora Laisa Afonso conduziu reflexões sobre como a CIF vai além do diagnóstico clínico tradicional. O modelo apresentado destaca que funcionalidade e incapacidade não estão apenas ligadas a condições médicas, mas são resultados da interação entre as condições de saúde da pessoa e o ambiente em que ela vive.
Um dos trechos centrais trabalhados em sala pela professora reforça essa perspectiva: “A CIF coloca cada pessoa em um contexto: funcionalidade e incapacidade são resultados da interação entre as condições de saúde da pessoa e seu ambiente”.
A abordagem evidencia que fatores sociais, ambientais e estruturais influenciam diretamente a participação do indivíduo na sociedade. Assim, a saúde deixa de ser vista apenas sob o aspecto biológico e passa a ser compreendida de forma integrada, considerando acessibilidade, inclusão, políticas públicas e barreiras sociais.
A aula foi marcada por reflexões, exemplos práticos e debates que ampliaram o entendimento dos estudantes sobre o papel do profissional na promoção da inclusão e na construção de uma sociedade mais acessível.
Momentos como esse reforçam o compromisso acadêmico com uma formação crítica e atualizada, mostrando que ainda há muito a aprender quando o assunto é saúde, funcionalidade e direitos humanos.